quinta-feira, 5 de abril de 2012
O preenchimento da descoberta
Essa semana começou de uma maneira encantadora ou melhor fantástica. Fantástica porque descobri duas coisas em Dublin que já algum tempo eu gostaria de saber e sempre esquecia de perguntar ao Google. Essas dúvidas estavam guardadas e quando foram sanadas uma espécie de prazer e satisfação tomaram conta de mim, e veio então um sentimento de preenchimento.
É preenchimento mesmo porque uma vazio de respostas estava presente; não saber me deixa asssim as vezes, vazio. Talvez não só comigo, talvez seja isso que a gente chama de ansiedade né, ficar perdido diante das coisas que podem ou não acontecer; um desconforto desse vazio, desse não saber o que vai acontecer, dessa ansiedade que nos consome e nos amedronta. E sabe o que tenho percebido? É que quando a ansiedade bate a nossa borta ou se faz presente, o melhor mesmo e acomodá-la em uma sala de espera, como fiz com as dúvidas e dizer para ela esperar. É, isso mesmo, pede pra ansiedade esperar porque enquanto ela espera, o tempo passa e as coisas se resolvem, sem sofrimento ou aflição.
Foi assim com as dúvidas e acho que dá para fazer com tudo que a gente não tem controle ou que não consegue resolver de imediato. É mais ou menos como alguns metodos de organização, você cria uma pasta ou um fichário e escreve “um dia talvez” e esquece, daí um dia você vai nessa pasta e resolve revisa-la ou não. Parece simples demais né e talvez seja. Afinal, quem disse que tinha que ser complicado.


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