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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Finalmente Halloween












Quando eu era criança lá em barbacena. A frase ficou famosa na Escolhinha do Professor Raimundo, repetida inúmeras vezes pelo aluno Joselino Barbacena, personagem interpretado pelo ator Antônio Carlos Pires. A Escolinha o além das lembranças de seus personagens, também me remetem a um período da minha infância.

Lembro que gostava de assitir o programa tomando leite gelado com achocolatado e pão com doce de leite. Ria e muito diante daquela tela quadrada. Álias aquela tela quadrada era um dos programas prediletos das minhas tardes. Eu não podia sair para brincar com os meninos na rua, então fica entertido com ela. A caixinha preta remete-me também a outras lembranças,

Uma dessa lembranças diz respeito ao dia das bruxas. Eu assistia aqueles filmes americanos; as crianças fantasiadas com a famosa frase, doces ou travessuras? Quando apareciam filmes assim, eu ficava todo deslumbrado e encantado esperando o dias das bruxas, para eu me fantasiar de Frankenstein ou de Dracula e sair pela vizinha pedindo por doces. Esperei, esperei e esperei e um dia parei de esperar.

Eu não sabia que no Brasil não tínhamos a tradição do Halloween, que eu não iria ter um dia para me fantasiar e sair a rua. O tempo passou e veio as festas as fantasias; no últimos anos, inclusive há um movimento em algumas escolas brasileiras para realizar atividades de dias das bruxas com base na cultura anglo-saxônica, mas nós ainda não temos o nosso Halloween. E hoje, mais crescido eu até entendo isso e acho que não precisamos copiar todos os eventos culturais dos outros países.

Por outro lado, confesso que sempre tive vontade de sair a rua fantasiado e brincar com as outras pessoas que também estavam fantasiados. Brincar por brincar. Então nesse ano, quando percebi que na Irlanda nós temos sim a tradição do Halloween fiquei todo empolgado, louco pra ter dinheiro pra me fantasiar porque eu não queria deixar para o ano que vem algo que a minha criança queria há tanto tempo. Eu ia nem que fosse de Super papelão. :-)

Não foi necessário, fui de uma mistura de Vampiro e Ozzy Osbourne. E sem que eu percebesse eu tava vivendo aquilo que via nos filmes americanos, claro que ao invés de doces, tínhamos a cerveja e ao invés de travessura... bem deixa pra lá.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Uma noite clássica de Beatles

Ontem tive a satisfação de ir ao concerto da Orquesta de Câmara da Ulbra. Era a apresentação do  espetáculo Beatles Magical Classical Tour. Trata-se de um projeto que tem como proposta  "recontar" a história da música de uma maneira diferente. Eles criam versões das músicas do Beatles usando os diferentes estilos da história da música, o medieval, renascentista, a barroca, o romântico até os estilos contemporâneos. No repertório temos músicas com Come Together, Help, Hello Goodbye, All you need is love, Let it be, Hey Jude e outras.

O espetáculo foi apaixonante. A música tem dessas coisas, de aproximar, de apaixonar, esse poder de contagiar a todos. Ontem, no salão de Atos da UFRGS, não foi diferente. Foi mesmo uma grande satisfação assistir aquele espetáculo, com grandes artistas, que recriaram versões espetaculares.

Mesmo sem o equipamento necessário, consegui gravar algumas músicas para compartilhar com vocês. Como gravei de um celular a qualidade do video, com muitas tremedeiras, não é das melhores, mas dá para sentir o gostinho do que foi o "show". Começo pelo final, com a clássica Hey Jude. Final porque foi a última música do repertório e nela, a orquestra misturou todos os estilos tocados no concerto. É uma versão bem diferente de Hey Jude  que conhecemos, mas espetacular.


Porém o auge da noite não foi com Hey Jude. Após os agradecimentos vieram os pedidos de "mais uma, mais uma". Choro básico em um show de rock, mas para uma orquestra? Fiquei encantado com a quebra de protocolo e com a festa da plateia, eu junto, claro. As desculpas do maestro, com humildade, dizendo que para atender ao nosso pedido, deveríamos escolher uma música do repertório porque eles não tinha ensaiado um bis. Depois de risadas, os pedidos. Não sei se alguém pediu algo diferente porque assim como outras pessoas eu pedia Come Together. Bem que eu gostaria de ter pedido a minha preferida, Let it be, mas seria injusto, pois a versão de Come Together roubou a noite.


Consegui gravar mais umas duas do espetáculo Let it be e All you need is love, mas tem mais gente que gravou. Os videos devem estar no You Tube. No meu espaço no You Tube (http://www.youtube.com/carloscarreiro1) disponibilizei as gravações acima, e mais duas, mas se você buscar achará outras.

O espetáculo Beatles Magical Classical Tour da Orquestra de Câmara da Ulbra esta de parabéns, eles conseguiram, na noite de sábado, juntar mundos e tempos diferentes, unindo as músicas clássicas do nosso tempo e a de nossos antepassados. Para mim foi uma noite clássica de Beatles.

domingo, 4 de julho de 2010

A descoberta do Mundo

Escrevi recentemente que é engraçado como as coisas acontecem. Ainda não postei aqui esse texto, mas deveria. É que novamente as coisas acontecem quase que por acaso, ou seria mesmo por acaso.

Hoje fui visitar uma amiga e deparei-me com um livro que desejei. A vontade foi tamanha que a ousadia venceu a minha timidez  e trouxe o livro para casa.

Não deveria te-lo feito. Tenho que finalizar um trabalho de conclusão e sei que este livro me trará problemas. Quero le-lo por completo, mais do que isso acho que quero vivencia-lo por um tempo.

Trata-se da coletânea de crônicas da Clarice Lispector,  A Descoberta do Mundo.  Quano o peguei, abri em um página que falava do escrever, não consegui ler na hora. Não quis ser rude na casa dos outros.

Já em casa, deliciei-me com esta crônica  e com mais outra, e outra e o mundo voi se abrindo para mim. Algumas frases pareciam ser feitas para mim outras, descrevendo-me. É estranho como podemos achar afinidades com os mortos né? É o poder da literatura, das artes.

Bem, deixe estar… devo voltar ao livro, mas de tempo em tempo quero dividir um pouco as coisas com vocês. É que preciso compartilhar tantas ideias, tantas reflexoes.

Carlos Carreiro

domingo, 13 de junho de 2010

Amadurecer é passar de Álvaro campos a Ricardo Reis?

Tem muita coisa que eu pensava que sabia e que entendia na faculdade, talvez até soubesse, mas algumas coisas parecem diferente para mim agora. Por exemplo, sempre pensei que os heterônimos de Fernando Pessoa eram uma maneira puramente estética que o poeta havia encontrado para expressar mais claramente uma modernidade que surgia com múltiplas perspectivas; expressa algo que a sociedade em seu modelo estrutural, binário e de herança positivista ainda não estava preparada, ou simplesmente, não conseguia entender. Hoje quando um amiga minha me perguntou “será que amadurecer é passar de Álvaro de Campos a Ricardo Reis” eu percebi que algo tinha mudado.

Passado os anos, depois que eu deixei os livros de crítica literária nas estantes  e ter andado de bar em bar, em busca de vida, em busca de algo em mim, penso que os critica heterônimos, em sentido estético, tenham uma função mais universal do que apenas aquele pensamento datado. Penso que o conjunto deles ou os principais sejam mais para representar o homem, o eu em diferentes fases da vida, em diferentes contextos. O “eu” sem valor é ou são os “eus”.

Talvez venha daí, desses “eus”, a minha insistência em ver Pessoas nos romances de Clarice. Depois de ler Pessoa, passei a ler Clarice sempre como se ela estivesse completando-o ou continuando sua obra. Nunca entendi direito essa relação que eu estabelecia, mas o momento agora também não é para refletir sobre ela, mas sim sobre os “eus” de Fernando.

Entendo, esses heterônimos de Pessoa como uma tentativa incansável de gritar para o mundo as aflições humanas, entre elas a de que “eu existo”. E como Benveniste já disse, o eus ó exerce valor no ato da enunciação, e que o sujeito só existe a partir do momento que ele se enuncia na linguagem, enfim, quando ele diz “eu”Então como ser alguém definido e estabelecido, se esse eu é inconstante e mutável? Daí que vem os heterônimos para conseguir dar vazão a tantos papéis em nossa vida.

Álvares de Campos, neste aspecto, pode ser visto com um “eu” que esta preso ao sentido estético da linguagem e grita ao mundo sua rebeldia, em um complexidade de momentos e estilos que vai mudando ao longo das fases de sua poesia. Mas talvez esconda do mundo, seus verdadeiros desejos. Sua obra pede ao mundo que entenda sua obra, que lhe deem atenção. Busca mudanças nos estilo porque carece de atenção; sua raiva nada mais é que o adolescente gritando e pedindo, do seu jeito, amor e atenção.

Não vejo Ricardo Reis tão diferente disso, mas penso que há nele uma consciência mais presente do fim da vida. Há nele o início da aceitação. Mas há, de certa maneira, o mesmo homem ou jovem Álvares, mas com uma linguagem mais rebuscada, mais formal, mas ainda assim vejo nele, uma preocupação em ser aceito por uma sociedade, por um tempo, por alguém; uma busca por aceitação que não vejo em um outro heterônimo, o mestre.

Há quem diga que quando envelhecemos voltamos a ser criança novamente, talvez exista alguma verdade nesse pensamento popular. Talvez, seja essa a razão que leva os outros a considerarem mestre, essa relação presente da criança e do velho. Não entendo ao certo se é porque isso o faz mais ingênuo ou se é porque essa ingenuidade o torna sábio. Mas vejo em sua poesia algo os outros almejam: liberdade de ser. Caeiro aceita quem ele é, aceita o mundo, aceita as coisas em sua complexidade e simplicidade; ele não se preocupa em ser um “eu”, algo fixo e imutável; ele aceita ser ateu e dizer que deus existe, ser velho e brincar como criança, ser alegre e ser triste. Aceita suas dúvidas, suas arrogantes verdades, o que ele não aceita é não ser.

Há Álvares, Ricardos, Pessoas, Pedros, Marias em todos nós; velhos, jovens, crianças, só precisamos abrir os olhos para que possamos vê-los. Penso hoje que os heterônimos não são de Fernando Pessoa, mas fazem parte dele. Caeiro, de uma certa maneira, tenta ensinar isso aos outros. É mais ou menos como Clarice escreveu “Não se preocupe em entender. Viver ultrapassa todo o entendimento”.

Carlos Carreiro

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

A saúde em cena

Hoje fui gratificado com informações sobe o teatro em Porto Alegre. É bom receber e-mails  dos amigos divulgando os eventos, afinal de contas, isso mostra que ainda há espaço para a arte e principalmente esperança para construção de um mundo melhor.

Segundo o blog  do O Núcleo de Estudos do Teatro do Oprimido de Porto Alegre (NETO),

[o núcleo] apresenta o espetáculo A Saúde Em Cena, dentro do projeto As Várias Faces da Opressão. A sessão acontece no dia 28 de agosto (sexta-feira), às 20h, na sala 502 da Usina do Gasômetro, com entrada franca. A distribuição de senhas inicia às 19h30.

A montagem é resultado da Oficina de Teatro - Fórum, para atores e não atores, baseada no método do Teatro do Oprimido, criado pelo teatrólogo Augusto Boal. O espetáculo mostra o cotidiano de uma equipe multidisciplinar de trabalhadores em uma Unidade de Saúde de Porto Alegre

Serviço

O que: As Várias Faces da Opressão – Apresentação de Teatro – Fórum
Quando: 02 de Julho (quinta-feira)
Horário: 19 horas
Onde: Centro Municipal de Cultura na Sala Álvaro Moreyra (Avenida Érico Veríssimo nº 307 - Porto Alegre)
Quanto: Trazer contribuição à Casa dos Artistas do Rio Grande do Sul: alimentos não perecíveis e artigos de limpeza

Maiores informações sobre a peça ou sobre o projeto podem ser consultado no blog do NETO, no post Bullying, comércio de drogas e loucura. Outra diga de teatro em Porto Alegre é a peça A vida íntima de Laura.

Sds,
Carlors Carreiro

A vida íntima de Laura

 

Recebi um e-mail de uma amiga divulgando  a 7ª Mostra Anual de Teatro Universitário UFRGS. Como ocorre nos anos anteriores  as peças ocorrerão sempre às 12h20min e às 19h30.

A retomada dos trabalhos iniciará com a peça, A vida íntima de Laura. E poderá ser apreciada em todas as quartas do mês de setembro, nos horários divulgados acima. O local será na sala QORPO SANTO (C. Central UFRGS/ Av. Paulo Gama s/n).  Ah, e para quem não sabe a entrada é franca, isso mesmo, de grátis.

É uma excelente oportunidade para assistirmos um espetáculo com um belo texto.  Abaixo segue maiores informações sobre a peça.

Sinopse:
O espetáculo é uma livre adaptação do conto de Clarice Lispector. A intimidade de uma galinha é exposta por uma irreverente apresentadora de Televisão.

Durante o espetáculo o público é levado a uma bela viagem, onde somos convidados a entrar na sua vida em  diferentes empreitadas do cotidiano.

O espetáculo traz uma reflexão sobre os veículos da mídia e sua influência no cotidiano das pessoas, sobretudo no universo feminino. Chama a atenção para as coisas essenciais e propõe um retorno à valorização da vida e das relações afetivas.

Ficha Técnica:
Texto: CLARICE LISPECTOR
Elenco: MILA MARIZ
Direção: CIÇA RECKZIEGEL
Coreografia: SUZANE WEBER
Trabalho originado na disciplina de Atuação IV, sob orientação de CIÇA RECKZIEGEL
Fotos: EDUARDO MONTELLI
Duração: 40min

Quem quiser saber mais informações sobre outros espetáculos, ou sobre o projeto basta acessar o site do Instituto de Artes da UFGRS.

Um bom espetáculo a todos.

Abs,
Carlos Carreiro

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Capchta: ajuda a digitalizar os livros

Muito Show. Trata-se de um artigo no The New York Times que aborda algumas inovaçõe envolvendo captchas. Captchas são aquelas imagens com números e letras que os sites pedem para a agente digitar.

O artigo aborda questões envolvendo imagens temáticas para sites. Citam o caso da Disney, onde imagens dos personagens eram mostrados para que o usuário identificasse, dificultantdo desssa maneira o trabalho de spam de pessoas mal intencionadas. Mas o que me chamou a atenção mesmo, foi saber como eles estão utilizando a percepção humana juntamente com os Captchas para digitalizar uma série de documentos.

É o caso do recaptcha.net. Nesse projeto eles identificam algumas imagens que as máquinas não conseguiram decodificar e as transformam em captchas. Os sites parceiros utilizam essas imagens e pessoas decodificam a informação. Segundo os pesquisadores, somente os seres humanos tem a interpretação necessária para ler essas imagens. Von Ahn, criador do site, diz que "Estamos digitalizando cerca de 25 milhões de palavras por dia fazendo as pessoas digitaram captchas".

Isso é um exemplo do podemos construir e desenvolver juntos para o bem de todos. Ah muitos que acreditam que estamos em um época catastrófica, mas se olharmos para as mudanças digitais, para as mundanças de nossa cultura, facilmente identificaremos muitas ações que nos surpreendem positivamente.

Quem quiser saber mais poder ler o aritgo Novos 'quebra-cabeças' distinguem humanos de máquinas na web, em português.

Carlos Carreiro

terça-feira, 8 de julho de 2008

Festivais e Cursos de Arte

A semana em Porto Alegre começou movimentadíssima. Ontem, dia 7 de julho começou 22º Festival de Artes Cidade de Porto Alegre. É um evento organizado pela Secretaria Municipal da Cultura, que conta em sua programação com "cursos práticos e teóricos com artistas estrangeiros e nacionais". Ao mesmo tempo, ocorre o 17º Simpósio de Artes Plásticas (de 10 a 12 de julho, no Atelier Livre da SMC).

Mais informações e a programação completa podem ser obtidas no site da Agência de notícias da prefeitura de Porto Alegre.

Outra da Agência POA

As inscrições para o 3º Festival de Inverno, foram abertas ontem, dia 7. O Festival terá cursos nas áreas de literatura, história e psicologia e será realizado no período de 21 a 28 de Julho. As inscrições custam R$10,00 e podem ser feitas na Ilhota Livros do Centro Municipal de Cultura (Av. Erico Verissimo, 307). A programação e outras informações, vocês encontram clicando aqui.

Sds,
Carlos Carreiro

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Guia de Lazer e Cultura e Cinema Independente

Pessoal,

Quero compartilhar duas notícias que li agora na Blue Bus (http://www.bluebus.com.br/).

A primeira refere-se que a mais uma iniciativa da Google, desta vez no serviço do You Tube. O Portal lançou uma área específica para diretores independentes, chamada Screening Room. A área além de destacar semanalmente os mais indicados, também possibilitará aos editores a vendas dos filmes em DVD e em cópias digitais. O endereço do canal no YouTube é http://www.youtube.com/ytscreeningroom

A segunda, é o lançamento de um guia de cultura e lazer da Folha destinado ao público de São Paulo, ou que esta de passagem por lá. Segundo a blue Bus (http://www.bluebus.com.br/), "está sendo apresentado como o maior roteiro cultural já publicado. Inclui sistema de busca que permite procurar eventos e locais pesquisados previamente pelo Datafolha." Para conhecer basta ir em http://guia.folha.com.br/

Abs,

segunda-feira, 2 de junho de 2008

A Comédia dos Erros

Essa é uma boa pedida para uma peça de teatro em Porto Alegre. Uma cia com tradição de ótimos espetáculos e por um preço acessível.

"A Cia. Stravaganza monta o texto de William Shakespeare (1564-1616), que traz a história de dois pares de gêmeos, separados recém-nascidos em decorrência de um naufrágio. A história se passa em Éfeso, onde moram Antífolo e Drômio de Éfeso, senhor e criado respectivamente. Quando Antífolo e Drômio de Siracusa, gêmeos idênticos dos outros dois, chegam a Éfeso, a confusão está instalada. Confundidos com os irmãos moradores da cidade, inclusive por Luciana, esposa de Antífolo, de Éfeso, os diálogos são absurdos para os irmãos, mas hilariantes para o público.
Com esses diálogos que Shakespeare trata de temas como a condição feminina, o casamento e o ciúme, dívidas e devedores, servidão, entre outros.

Direção: Adriane MottolaTexto: William ShakespeareTrilha Sonora Original: Mônica TomasiElenco: Carlos Alexandre, Gustavo Curti, Sofia Salvatori, Fernando Kike Barbosa, Lauro Ramalho, Janaina Pelizzon, Adelino Costa, Rodrigo Melo, Anita Coronel. "

O quê? A Comédia dos Erros
Quando: De 03/05 a 28/07 - Seg, Sab e Dom
Horário: 20h30
Quanto: R$8,00
Onde: Studio Stravaganza
R. Dr. Olinto de Oliveira - 66
Santana - Fone: 3211-0499

Fonte: www.terra.com.br/cidades/poa