Já comcei centenas de livros escritos em inglês, mas como demoro muito para ler, porque há estruturas e palavras desconhecidas, acabo deixando de lado o livro e começando outro. Há algumas semanas, resolvi ler textos mais simples, aqueles com Stage 1, stage 2, os quais possuem estruturas e vocabulário adequado ao seu nível de inglês. domingo, 6 de novembro de 2011
Esse mundo mágico
Já comcei centenas de livros escritos em inglês, mas como demoro muito para ler, porque há estruturas e palavras desconhecidas, acabo deixando de lado o livro e começando outro. Há algumas semanas, resolvi ler textos mais simples, aqueles com Stage 1, stage 2, os quais possuem estruturas e vocabulário adequado ao seu nível de inglês. quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Uma nova chance para Feira do Livro
domingo, 4 de julho de 2010
A descoberta do Mundo
Escrevi recentemente que é engraçado como as coisas acontecem. Ainda não postei aqui esse texto, mas deveria. É que novamente as coisas acontecem quase que por acaso, ou seria mesmo por acaso.
Hoje fui visitar uma amiga e deparei-me com um livro que desejei. A vontade foi tamanha que a ousadia venceu a minha timidez e trouxe o livro para casa.
Não deveria te-lo feito. Tenho que finalizar um trabalho de conclusão e sei que este livro me trará problemas. Quero le-lo por completo, mais do que isso acho que quero vivencia-lo por um tempo.
Trata-se da coletânea de crônicas da Clarice Lispector, A Descoberta do Mundo. Quano o peguei, abri em um página que falava do escrever, não consegui ler na hora. Não quis ser rude na casa dos outros.
Já em casa, deliciei-me com esta crônica e com mais outra, e outra e o mundo voi se abrindo para mim. Algumas frases pareciam ser feitas para mim outras, descrevendo-me. É estranho como podemos achar afinidades com os mortos né? É o poder da literatura, das artes.
Bem, deixe estar… devo voltar ao livro, mas de tempo em tempo quero dividir um pouco as coisas com vocês. É que preciso compartilhar tantas ideias, tantas reflexoes.
Carlos Carreiro
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Capchta: ajuda a digitalizar os livros
O artigo aborda questões envolvendo imagens temáticas para sites. Citam o caso da Disney, onde imagens dos personagens eram mostrados para que o usuário identificasse, dificultantdo desssa maneira o trabalho de spam de pessoas mal intencionadas. Mas o que me chamou a atenção mesmo, foi saber como eles estão utilizando a percepção humana juntamente com os Captchas para digitalizar uma série de documentos.
É o caso do recaptcha.net. Nesse projeto eles identificam algumas imagens que as máquinas não conseguiram decodificar e as transformam em captchas. Os sites parceiros utilizam essas imagens e pessoas decodificam a informação. Segundo os pesquisadores, somente os seres humanos tem a interpretação necessária para ler essas imagens. Von Ahn, criador do site, diz que "Estamos digitalizando cerca de 25 milhões de palavras por dia fazendo as pessoas digitaram captchas".
Isso é um exemplo do podemos construir e desenvolver juntos para o bem de todos. Ah muitos que acreditam que estamos em um época catastrófica, mas se olharmos para as mudanças digitais, para as mundanças de nossa cultura, facilmente identificaremos muitas ações que nos surpreendem positivamente.
Quem quiser saber mais poder ler o aritgo Novos 'quebra-cabeças' distinguem humanos de máquinas na web, em português.
Carlos Carreiro
domingo, 23 de abril de 2006
Uma ética para o novo milênio
Logo no inicio, o autor propõem uma diferença entre moral e ética. A primeira sendo subjetiva, própria de cada ser humano; a segunda, como algo comum a todos. A diferenciação muito propícia, se o livro não se apresentasse como um produto da industria cultural do ocidente. Digo isso porque para falarmos em uma ética universal teríamos que falar, também, em uma cultura universal o que só poderia ser possível sobrepondo uma cultura a outra. No entanto, o livro não aborda um estudo entre ética e moral, apenas registra a opinião do autor, Dalai-Lama, sobre tais assuntos. Ao longo da obra, percebe-se que o objetivo é conversar com o leitor e não convencê-lo sobre este ou aquele assunto. É nesta simplicidade de opiniões que o autor consegue nos envolver e convidar para uma reflexão sobre problemas que atingem a todos nós seres humanos.
Há temas polêmicos, como a questão do meio ambiente e o capitalismo; a riqueza de pouco e a pobreza de muitos; o porte de armas, entre outros. Em muitos casos, nosso interlocutor propõem soluções que racionalmente estariam fora de alcance para a realidade mundial, mesmo assim, ele as faz e nos contamina com um sentimento de esperança em que é possível viver e construir um mundo melhor.
Neste livro, Dalai-Lama propaga a compaixão presente em muitas religiões quase sem usar argumentos religiosos, embora use e abuse do conceito universal de humanidade.
Carlos Carreiro

